Boletim diário de Notícias do Movimento Espírita São Paulo, SP, terça-feira, 01 de abril de 2025. Compiladas por Ismael Gobbo |
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Notas |
1. Recomendamos confirmar junto aos organizadores os eventos aqui divulgados. Podem ocorrer cancelamentos ou mudanças que nem sempre chegam ao nosso conhecimento. 2. Este e-mail é uma forma alternativa de divulgação de noticias, eventos, entrevistas e artigos espíritas. Recebemos as informações de fontes diversas via e-mail e fazemos o repasse aos destinatários de nossa lista de contatos de e-mail. Trabalhamos com a expectativa de que as informações que nos chegam sejam absolutamente espíritas na forma como preconiza o codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Pedimos aos nossos diletos colaboradores que façam uma análise criteriosa e só nos remetam para divulgação matérias genuinamente espíritas.
3. Este trabalho é pessoal e totalmente gratuito, não recebe qualquer tipo de apoio financeiro e só conta com ajuda de colaboradores voluntários. (Ismael Gobbo).
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Atenção |
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Publicação em sequência Revista Espírita – Ano 5 - 1862 |
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(Continuação da postagem anterior)
(Texto copiado do site Febnet) |
Fachada do Teatro Odéon no período revolucionário. Paris, França. . Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:01_Od%C3%A9on.PNG
Teatro Odéon
O Nacional Teatro Odeon , conhecido desde março 1990 Odeon-Teatro da Europa , é um teatro local parisienses localizado o Odeon ( 6 º distrito ), inaugurado em1782para receber a trupe do Théâtre-Français . O Odeon é desde setembro de 1971 um dos seis teatros nacionais . Seu atual diretor é Stéphane Braunschweig (desde 15 de janeiro de 2016 2 ). Arquitetonicamente, é um teatro de estilo italiano (palco cúbico e sala semi-circular) e o exterior é neoclássico . É classificado como monumento histórico desde7 de outubro de 19473 . Sua história foi pontuada por alguns eventos: dois incêndios (1799 e 1818), mas também a criação do Casamento de Figaro em 1784 e, mais recentemente, a direção de Jean-Louis Barrault, bem como a ocupação das instalações durante os eventos. a partir de maio de 1968 . Leia mais: https://fr.wikipedia.org/wiki/Th%C3%A9%C3%A2tre_de_l%27Od%C3%A9on
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Página e recorte do jornal “Le Corsaire” de 14-02-1828 Imagem/fonte: https://gallica.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k4687752r.item
O jornal “Le Corsaire” de 14 de fevereiro de 1828 faz referência à estréia da peça a que Allan Kardec se referiu e assistiu em Paris “Os efêmeros” (Les Ephemères) conforme relata na Revista Espírita de julho de 1862 acima reproduzida.
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Louis-Benoît Picard (1769-1828). Autor de Les Ephemeres.Fonte: https://data.bnf.fr/fr/12442349/louis-benoit_picard/ |
Gravura de Mademoiselle Anaïs (1802-1871), atriz francesa por JM Fugere. Pertence ao conjunto de documentário: IconEST2. Participou da peça teatral “Les Ephemères” de Louis-Benoit Picard Fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Mademoiselle_Ana%C3%AFs |
Jean-Adolphe Granet dit Menjaud é um ator francês nascido em13 de julho de 1795 em Paris e morreu em 22 de novembro de 1864em Tours . Fonte: https://fr.wikipedia.org/wiki/Menjaud Participou da peça teatral “Les Ephemères” de Louis-Benoit Picard |
Uma visão de Paris da Pont Neuf. 1763. Óleo sobre tela de Jean-Baptiste Raguenet. Imagem/fonte: |
Allan Kardec, Codificador do Espiritismo. Óleo sobre tela por Nair Camargo, São Paulo, Brasil. Foto Ismael Gobbo
Quando a peça teatral “Les Ephemères” estreou em Paris (1828) Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) contava com 23 anos de idade e ainda era solteiro quando a assistiu e dela falou com entusiasmo na Revista Espírita de julho de 1862 acima transcrita. Allan Kardec se casou com Amélie Gabrielle Boudet aos 06 de fevereiro de 1832 com 27 anos de idade. . |
Retrato de Amélie Gabrielle Boudet , Sra. Allan Kardek, realizado por volta de 1860. Copiado de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Am%C3%A9lie_Boudet_01.jpg
Amélie-Gabrielle Boudet (Thiais, Departamento do Sena, 23 de novembro de 1795 - Paris, 21 de janeiro de 1883) foi uma professora e artista plástica francesa, esposa de Allan Kardec, codificador da Doutrina Espírita, desencarnado aos 31 de março de 1869. Com a morte de Kardec a esposa Amélie prosseguiu nos trabalhos. Leia mais: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Am%C3%A9lie_Boudet_01.jpg
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Pertendo tempo ou investindo ? |
O tempo ainda é um desses mistérios que nos cabe desvendar. Ultimamente temos ouvido muito a afirmação de que o tempo está passando mais rápido. No entanto, vivemos as mesmas vinte e quatro horas, em trezentos e sessenta e cinco dias. Então: Isso é verdade ou não? Para muitos cientistas, o tempo é uma construção humana, uma forma de medir e organizar os eventos. Dessa maneira, fora da Terra, não tem significado. Se lembrarmos da teoria da relatividade de Albert Einstein veremos que o tempo não é absoluto. Isso quer dizer que ele pode passar de forma diferente, em diferentes lugares do Universo. Com certeza, temos muito a descobrir, a entender. De qualquer forma, algo que costumamos afirmar, dependendo do que façamos é que perdemos tempo, que gastamos tempo, que desperdiçamos tempo. Para cada um de nós tempo é uma questão de administração. E o que temos certeza é de que nosso tempo sobre a Terra é limitado. Sabemos que a vida tem prazo, tem duração. E como nenhum de nós recebeu ao nascer, uma caderneta que nos diga quantos anos temos na poupança da vida, o que nos cabe é aproveitar cada segundo. Aproveitar significa fazer o melhor uso possível do tempo de que dispomos. Tirar proveito de cada momento. Na prática, para cada um de nós, significa coisas diferentes, como fortalecer laços de amizade, fazendo-nos mais presentes na vida dos nossos amigos. Dedicar preciosos minutos em conversas edificantes, construtivas, que nos instruam, nos propiciem crescimento. Ou nos deliciar admirando um belo pôr do sol, sem pressa, com verdadeira admiração. Assistir a um filme, extraindo o melhor que nos possa ofertar em termos de trilha sonora, fotografia, interpretação, exemplo de perseverança, de lealdade, de patriotismo. Absorver a mente numa leitura que traduza conhecimento, orientação, descontração, bem-estar. Quiçá, simplesmente, nos quedarmos na janela olhando o voo dos pássaros que se divertem na manhã de sol, migrando de uma para outra árvore, numa grande algazarra. Ou atentar para as rolinhas que passeiam sobre o telhado da casa vizinha, indo e vindo, como à busca de algo. Ou será que como nós, humanos, estão realizando a sua caminhada, contando os passos? Ficarmos imóveis alguns minutos, de olhos fechados, sentindo a brisa da manhã nos acariciar a face, enquanto o sol ensaia seu despertar. Tudo isso será perder ou será investir tempo em algo que nos beneficia o corpo e a alma? Pensemos a respeito. Todos os dias temos vinte e quatro horas disponíveis. Sua administração somente a nós compete. Trabalhar muitas horas, dormir em demasia, fazer coisa nenhuma podem ser nossas opções. Ou dosar trabalho com breves intervalos de luz, o envio de uma mensagem a quem amamos, um olhar para a paisagem e uma oração de louvor: Que maravilha, meu Deus! Onde é que o Senhor descobre tantas cores diferentes a cada dia? Tempo para a refeição com a família ou com os amigos, um momento de descontração para sorrir, para perguntar a quem está ao nosso lado: E aí, tudo bem com você? Perder ou investir tempo, a opção é nossa. Redação do Momento Espírita
(Copiado de https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=7396&stat=0) |
Albert Einstein Esta imagem está disponível na divisão de Impressões e Fotografias da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos sob o ID digital cph.3b46036. Copiada de: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Albert_Einstein_Head.jpg
Leia sobre “Teoria da Relatividade” https://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_da_relatividade
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O sol anunciando um novo dia em paisagem típica do Paraná. Brasil. Foto Ismael Gobbo
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O Sol nascendo. Região de Pongaí, SP. Foto Ismael Gobbo
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Graça antes da refeição. Óleo sobre tela de Fritz von Uhde. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fritz_von_Uhde_-_Das_Tischgebet_-_Google_Art_Project.jpg
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Kardec e Napoleão |
Busto de Allan Kardec Cemitério Père Lachaise, Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Pelo Espírito Irmão X (Humberto de Campos). Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Livro: Cartas e Crônicas. Lição nº 28. Páginas 121.
Logo após o Brumário (9 de Novembro de 1799), quando Napoleão se fizera o primeiro Cônsul da República Francesa, reuniu-se, na noite de 31 de dezembro de 1799, no coração da latinidade, nas esferas Superiores, grande assembléia, de espíritos sábios e benevolentes, para marcarem a entrada significativa do novo século. Antigas personalidades de Roma Imperial, pontífices e guerreiros das Gálias, figuras notáveis da Espanha, ali se congregavam à espera do expressivo acontecimento. Legiões dos Césares, com os seus estandartes, falanges de batalhadores do mundo gaulês e grupos de pioneiros da evolução hispânica, associados a múltiplos representantes das Américas, guardavam linhas simbólicas de posição de destaque. Mas não somente os latinos se faziam representados no grande conclave. Gregos ilustres, lembrando as confabulações da Acrópole gloriosa, israelitas famosos, recordando o Templo de Jerusalém, deputações eslavas e germânicas, grandes vultos da Inglaterra, sábios chineses, filósofos hindus, teólogos budistas, sacrificadores das divindades olímpicas, renomados sacerdotes da Igreja Romana e continuadores de Maomé ali se mostravam, como em vasta convocação de forças da ciência e da cultura da Humanidade. No concerto das brilhantes delegações que aí formavam, com toda a sua fulguração representativa, surgiam Espíritos de velhos batalhadores do progresso que voltariam à liça carnal ou que a seguiriam, de perto, para o combate à ignorância e a miséria, na laboriosa preparação da nova era da fraternidade e da luz. No deslumbrante espetáculo da Espiritualidade Superior, com a refulgência de suas almas, achavam-se Sócrates, Platão Aristóteles, Apolônio de Tiana, Orígenes, Hipócrates, Agostinho, Fénelon, Giordano Bruno, Tomás de Aquino, S.Luis de França, Vicente de Paulo, Joana D’Arc, Tereza d’Avila, Catarina de Siena, Bossuet, Spinoza, Erasmo, Mílton, Cristóvão Colombo, Gutenberg, Galileu, Pascal, Swedenborg e Dante Alighieri para mencionar apenas alguns heróis e paladinos da renovação terrestre; e, em planos menos brilhantes, encontravam-se, no recinto maravilhoso, trabalhadores de ordem inferior, incluindo muitos dos ilustres guilhotinados da Revolução, quais Luís XVI, Maria Antonieta, Robespierre, Danton, Madame Roland, André Chenier, Bailly, Camile Desmoulins, e grandes vultos como Voltaire e Rousseau. Depois da palavra rápida de alguns orientadores eminentes, invisíveis clarins soaram na direção do plano carnal e, em breves instantes, do seio da noite, que velava o corpo ciclópico do mundo europeu, emergiu, sob a custodia de esclarecidos mensageiros, reduzido cortejo de sombras, que pareciam estranhas e vacilantes, confrontadas com as feéricas irradiações do palácio festivo. Era um grupo de almas, ainda encarnadas, que, constrangidas pela Organização Celeste, remontavam à vida espiritual, para a reafirmação de compromissos. À frente, vinha Napoleão, que centralizou o interesse de todos os circunstantes. Era bem o grande corso, com os seus trajes habituais e com o seu chapéu característico. Recebido por diversas figuras da Roma antiga, que se apressavam em oferecer-lhe apoio e auxilio, o vencedor de Rivoli ocupou radiosa poltrona que, de antemão, lhe fora preparada. Entre aqueles que o seguiram, na singular excursão, encontravam-se respeitáveis autoridades reencarnadas no Planeta, como Beethoven, Ampère, Fúlton, Faraday, Goethe, João Dálton, Pestalozzi, Pio VII, além de muitos outros campeões da prosperidade e da independência do mundo. Acanhados no veículo espiritual que os prendia à carne terrestre, quase todos os recém vindos banhavam-se em lágrimas de alegria e emoção. O Primeiro-Cônsul da França, porém, trazia os olhos enxutos, não obstante a extrema palidez que lhe cobria a face. Recebendo o louvor de várias legiões, limitava-se a responder com acenos discretos, quando os clarins ressoaram, de modo diverso, como se pusessem a voar para os cimos, no rumo do imenso infinito... Imediatamente uma estrada de luz, à maneira de ponte levadiça, projetou-se do Céu, ligando-se ao castelo prodigioso, dando passagem a inúmeras estrelas resplendentes. Em alcançando o solo delicado, contudo, esses astros se transformavam sem seres humanos, nimbados de claridade celestial. Dentre todos, no entanto, um deles avultava em superioridade e beleza. Tiara rutilante brilhava-lhe na cabeça, como que a aureolar-lhe de bênçãos o olhar magnânimo, cheio de atração e doçura. Na destra, guardava um cetro dourado, a recamar-se de sublimes cintilações... Musicistas invisíveis, através dos zéfiros que passavam apressados, prorromperam num cântico de hosanas, sem palavras articuladas. A multidão mostrou profunda reverência, ajoelhando-se muitos dos sábios e guerreiros, artistas e pensadores, enquanto todos os pendões dos vexilários arriavam, silenciosos, em sinal de respeito. Foi então que o corso se pôs em lágrimas e, levantando-se, avançou com dificuldade, na direção do mensageiro que trazia o báculo de ouro, postando-se genuflexo, diante dele. O celeste emissário, sorrindo com naturalidade, ergueu-o, de pronto, e procurava abraçá-lo, quando o Céu pareceu abrir-se diante de todos, e uma voz enérgica e doce, forte como a ventania e veludosa como a ignorada melodia da fonte, exclamou para o Napoleão, que parecia eletrizado de pavor e júbilo, ao mesmo tempo: - Irmão e amigo ouve a verdade, que te fala em meu espirito! Eis-te à frente do apóstolo da fé, que, sob a égide do Cristo, descerrará para a Terra atormentada um novo ciclo de conhecimento... César ontem, e hoje orientador, rende o culto de tua veneração, ante o pontífice da luz! Renova, perante o Evangelho, o compromisso de auxiliar-lhe a obra renascente!... Aqui se congregam conosco lidadores de todas as épocas. Patriotas de Roma e das Gálias, generais e soldados que te acompanham nos conflitos da Farsália, de Tapso e de Munda, remanescentes das batalhas de Gergóvia e de Alésia aqui te surpreendem com simpatia e expectação... Antigamente, no trono absoluto, pretendias-te descendente dos deuses para dominar a Terra e aniquilar os inimigos... Agora, porém, o Supremo Senhor concedeu-te por berço uma ilha perdida no mar, para que te não esqueças da pequenez humana e determinou voltasses ao coração do povo que outrora humilhaste e escarneceste, a fim de que lhe garantas a missão gigantesca, junto da Humanidade, no século que vamos iniciar. Colocado pela Sabedoria Celeste na condição de timoneiro da ordem, no mar de sangue da Revolução, não olvides o mandato para o qual fostes escolhido. Não acredites que as vitórias das quais fostes investido para o Consulado devam ser atribuídas exclusivamente ao teu gênio militar e político. A Vontade do Senhor expressa-se nas circunstâncias da vida. Unge-te de coragem para governar sem ambição e reger sem ódio. Recorre à oração e à humildade para que te não arrojes aos precipícios da tirania e da violência!... Indicado para consolidar a paz e a segurança, necessárias ao êxito do abnegado apóstolo que descortinará a era nova, serás visitado pelas monstruosas tentações do poder. Não te fascines pela vaidade que buscará coroar-te a fronte... Lembra-te de que o sofrimento do povo francês, perseguido pelos flagelos da guerra civil, é o preço da liberdade humana que deves defender, até o sacrifício. Não te macules com a escravidão dos povos fracos e oprimidos e nem enlameies os teus compromissos com o exclusivismo e com a vingança!... Recorda que, obedecendo a injunções do pretérito, renasceste para garantir o ministério espiritual do discípulo de Jesus que regressa à experiência terrestre, e vale-te da oportunidade para santificar os excelsos princípios da bondade e do perdão, do serviço e da fraternidade do Cordeiro de Deus, que nos ouve em seu glorificado sólio de sabedoria e de amor! Se honrares as tuas promessas, terminará a missão com o reconhecimento da posteridade e escalarás horizontes mais altos da vida, mas, se as tuas responsabilidades forem menosprezadas, sombrias aflições amontoar-se-ão sobre as tuas horas, que passarão a ser gemidos escuros em extenso deserto... Dentro do novo século, começaremos a preparação do terceiro milênio do Cristianismo na Terra. Novas concepções de liberdade surgirão para os homens, a Ciência erguer-se-á a indefiníveis culminâncias, as nações cultas abandonarão para sempre o cativeiro e o tráfico de criaturas livres e a religião desatará os grilhões do pensamento que, até hoje, encarceram as melhores aspirações da alma no inferno sem perdão!... Confiamos, pois, ao teu espírito valoroso a governança política dos novos eventos e que o Senhor te abençoe!... Cânticos de alegria e esperança anunciaram nos céus a chegada do século XIX e, enquanto o Espírito da Verdade, seguido por várias cortes resplandecentes, voltava para o Alto, a inolvidável assembléia se dissolvia... O apóstolo que seria Allan Kardec, sustentando Napoleão nos braços, conchegou-o de encontro ao peito e acompanhou-o, bondosamente, até religá-lo ao corpo de carne, no próprio leito. Em 3 de outubro de 1804, o mensageiro da renovação renascia num abençoado lar de Lião, mas o Primeiro-Cônsul da República Francesa, assim que se viu desembaraçado da influência benéfica e protetora do Espírito de Allan Kardec e de seus cooperadores, que retomavam, pouco a pouco, a integração com a carne, confiantes e otimistas, engalanou-se com a púrpura do mando e, embriagado de poder, proclamou-se Imperador, em 18 de maio de 1804, ordenando a Pio VII viesse coroá-lo em Paris. Napoleão, contudo, convertendo celestes concessões em aventuras sanguinolentas, foi apressadamente situado, por determinação do Alto, na solidão curativa de Santa Helena, onde esperou a morte, enquanto Allan Kardec, apagando a própria grandeza, na humildade de um mestre-escola, muita vez atormentado e desiludido, como simples homem do povo, deu integral cumprimento à divina missão que trazia à Terra, inaugurando a era espírita cristã, que, gradativamente, será considerada em todos os quadrantes do orbe como a sublime renascença da luz para o mundo inteiro.
(Texto recebido em email do divulgador Antonio Sávio de Belo Horizonte, MG) |
O general Bonaparte no Conselho dos Quinhentos . Óleo sobre tela de François Bouchot. Imagem/fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte
Napoleão Bonaparte Napoleão[nota 1] (Ajaccio, 15 de agosto de 1769 — Longwood, 5 de maio de 1821) foi um estadista e líder militar francês que ganhou destaque durante a Revolução Francesa e liderou várias campanhas militares de sucesso durante as Guerras Revolucionárias Francesas. Foi imperador dos franceses como Napoleão I de 1804 a 1814 e brevemente em 1815 durante os Cem Dias. Napoleão dominou os assuntos europeus e globais por mais de uma década, enquanto liderava a França contra uma série de coalizões nas guerras napoleônicas. Ele venceu a maioria desses conflitos e a grande maioria de suas batalhas, construindo um grande império que governava grande parte da Europa continental antes de seu colapso final em 1815. Ele é considerado um dos maiores comandantes da história e suas guerras e campanhas são estudadas em escolas militares em todo o mundo. O legado político e cultural de Napoleão perdurou como um dos líderes mais célebres e controversos da história da humanidade.[1][2] Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte
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Napoleão na Ponte de Arcole. Óleo sobre Tela de Antoine- Jean Gros. Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:1801_Antoine-Jean_Gros_-_Bonaparte_on_the_Bridge_at_Arcole.jpg
Durante o longo processo da Revolução Francesa, em 1799, com um golpe militar, Napoleão Bonaparte tomou o poder na França. Logo em seguida foi instituído o Consulado e ele se tornou primeiro-cônsul. Em 1802, foi proclamado cônsul vitalício e, dois anos depois, ele se autoproclamou Imperador dos franceses. Leia mais:
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A Coroação de Napoleão. Óleo sobre tela de Jacques-Louis David. Imagem/Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte
Em 1804, o ditador francês Napoleão Bonaparte decidiu consolidar o seu poder ao proclamar-se imperador Napoleão I Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Monarquia_autoproclamada
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Napoleão Bonaparte por Jacques-Louis David Imagem fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%A3o_Bonaparte#mediaviewer/File:Napoleon_in_His_Study.jpg |
Sarcófago de Napoleão Bonaparte em Les Invalides, Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
Estátuas do Rei Luis XVI e da rainha Maria Antonieta na Catedral de St. Denis, subúrbio de Paris, França. Foto Ismael Gobbo
Luis XVI da França Luís XVI (Versalhes, 23 de agosto de 1754 — Paris, 21 de janeiro de 1793) foi Rei da França e Navarra de 1774 até ser deposto em 1792 durante a Revolução Francesa, sendo executado no ano seguinte. Seu pai, Luís, Delfim de França, era o filho e herdeiro aparente do rei Luís XV. Como resultado da morte de seu pai, em 1765, Luís se tornou o novo delfim e sucedeu seu avô em 1774. Era irmão mais velho dos futuros reis Luís XVIII e Carlos X. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_XVI_de_Fran%C3%A7a
Maria Antonieta Maria Antônia Josefa Joana de Habsburgo-Lorena (em alemão: Maria Antonia Josepha Johanna von Habsburg-Lothringen; francês: Marie Antoinette Josèphe Jeanne de Habsbourg-Lorraine; Viena, 2 de novembro de 1755 — Paris, 16 de outubro de 1793) foi uma arquiduquesa da Áustria e rainha consorte da França e Navarra. Décima quinta e penúltima filha de Francisco I do Sacro Império Romano-Germânico, e da imperatriz Maria Teresa da Áustria, casou-se em abril de 1770, aos quatorze anos de idade, com o então delfim de França (que subiria ao trono em maio de 1774 com o título de Luís XVI), numa tentativa de estreitar os laços entre os dois inimigos históricos. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Antonieta
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Aos 11 anos de idade, em 1815, a mãe do menino Rivail o conduz para estudar no famoso Instituto de Johann Heinrich Pestalozzi , em Yverdon, Suiça. Imagem/fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Yverdon-les-Bains_Castle
No Instituto os meninos estudavam disciplinas de ciências exatas e humanas, segundo o método Pestalozziano, que incluía a auto-avaliação, sem atribuição de notas, recompensas ou lista de classificação. Os alunos que mais se destacavam eram aproveitados para lecionar, o que aconteceu com o menino Denizard Rivail. A escola de Pestalozzi recebia estudantes de diversos países
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Allan Kardec em idade de 15 anos. Imagem desenvolvida em computador por Marisa Cajado (Guarujá, SP) a partir de imagens conhecidas de Kardec em idade mais avançada.
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Ilustração artística retratando Allan Kardec e sua esposa Amelie Gabrielle Boudet. Do acervo do CEI-Conselho Espírita Internacional. Apresentada em 2004 no Congresso Espírita Mundial Imagem copiada de: |
Capa da 1ª. edição de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, lançados aos 18 de abril de 1857. Copiada de https://kardec.blog.br/18-de-abril-de-1857/ |
As obras básicas do Espiritismo codificado por Allan Kardec. Imagem/fonte: http://www.guia.heu.nom.br/obras_basicas.htm |
Placa em avenida de de Lião, França, dedicada a Allan Kardec pelos espíritas franceses. Foto Ismael Gobbo. |
Rua Sala, em Lyon, França, onde esteve edificada a casa onde nasceu Allan Kardec. Em primeiro plano a placa em homenagem ao codificador do Espiritismo. Foto Ismael Gobbo |
Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha Portugal |
Exms Senhores OCS,
As nossas mais cordiais saudações.
O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, vai levar a cabo uma palestra espírita sobre o tema "Onde começa a caridade?", com Amanda Lacerda, no dia 4 de Abril de 2025, 6ª feira, às 21h00. Posteriormente, teremos a Fluidoterapia (passe espírita) e o atendimento em privado. Todas as nossas actividades são livres e gratuitas. Todas as palestras são colocadas no Youtube do CCE em http://bit.ly/29VcVMV
Cordialmente,
CCE
Tel: 938 466 898; 966 377 204; www.cceespirita.wordpress.com - E-mail: ccespirita@gmail.com www.youtube.com/c/CentrodeCulturaEspíritaCaldasdaRainha www.facebook.com/Centro-de-Cultura-Espírita-de-Caldas-da-Rainha-195515483836343/
(Recebido em email de Centro de Cultura Espírita Caldas da Rainha [ccespirita@gmail.com]) |
Programação das palestras do mês de abril da Instituição Beneficente Nosso Lar. São Paulo, capital |
Olá caro Ismael Gobbo. Paz e saúde! Segue em anexo a programação das palestras do mês de abril da Instituição Beneficente Nosso Lar. Abraço fraterno Clodoaldo de Lima Leite Presidente voluntário da IBNL
*Quadras para a mulher*
“Mulher do lodo!” – Pudera! Teus males ninguém aponte. Só Deus sabe como a fera Insulta o cristal da fonte.
“Mulher velhinha!” Ao retê-la – Cabelos brancos ao vento – Creio abraçar uma estrela, Distante do firmamento.
“Mulher mãe!” Amor profundo!... O Céu guarda com razão Todas as palmas do mundo, Na palma de tua mão.
Julinda Alvim
Livro: Paz e Alegria Por Francisco Cândido Xavier Autores diversos.
(Recebido em email de Clodoaldo Leite [cidadaniaparatodos@yahoo.com.br]) |
Nota: Revista francesa destaca obras de Kardec, Denis, Delanne e Chico Xavier |
Na edição do 4o trimestre de 2024 a Revue Spirite editada em francês, fundada por Kardec, destaca na capa o dossier do livro “Socialismo e espiritismo”, de autoria de Léon Denis, e este está estampado na última capa. Há artigos sobre: capítulo de “A Gênese”; magnetismo e espiritismo; transcrição de artigo de Gabriel Delanne, de 1888; sobre vozes artificiais, o Chat GPT. Prosseguem os comentários sobre o livro Pão nosso, do espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, vertido para o francês. A Revue dá ênfase na divulgação das edições de obras de Kardec e de Léon Denis, editadas por LMSF. No Editorial, Jean-Paul Evrard sintetiza a história da Revue Spirite, fundada por Kardec em 1858, comentando as várias fases e gestões da Revista até os esforços de Roger Perez, a transferência para o Conselho Espírita Internacional, chegando na atualidade, resultado da ação conjunta de Roger Perez e Nestor Masotti por terem transferido para o Le Mouvement Spirite Francophone - LMSF em 2010 a propriedade da Revue Spirite, devidamente registrada em órgãos da França. Todos os números desde 1858 até 2010 estão digitalizados em disponíveis gratuitamente na página eletrônica da Encyclopédie Spirite (www.spiritisme.net). Informações: E-mail: info@lmsf.org; (Resenha ACPC)
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [acperri@gmail.com] e do GEECX |
Seminários do Palestrante Agnaldo Paviani Vide Abaixo |
(Recebido em email de Regina Bachega [vrcd2008@gmail.com]) |
Hippolyte Léon Denizard Rivail “Allan Kardec” (03-10-1804 / 31-03-1869) |
Turista orando no túmulo de Allan Kardec. Paris, França. Foto: Ismael Gobbo.
Allan Kardec. Óleo sobre tela por Nair Camargo. Foto Ismael Gobbo. |
Kardece o “progredir sem cessar” |
Antonio Cesar Perri de Carvalho Aos 31 de Março de 1869, desencarnava subitamente Allan Kardec, em Paris, em plena atividade de atendimento de seus compromissos, com a idade de 65 anos. No dia 02 de abril realizou-se o sepultamento dos despojos no cemitério de Montmartre, com simplicidade, mas com o comparecimento de uma multidão de mais de mil pessoas. Entre os diversos oradores, discípulos dedicados de Kardec, o Sr. E. Muller, assim se expressou: “Falo em nome de sua viúva, da qual lhe foi companheira fiel e ditosa durante trinta e sete anos de felicidade sem nuvens nem desgostos, daquela que lhe compartiu as crenças e os trabalhos, as vicissitudes e as alegrias, e que se orgulhava da pureza dos costumes, da honestidade absoluta e do desinteresse sublime do esposo; hoje, sozinha, é ela quem nos dá a todos o exemplo de coragem, de tolerância, do perdão das injúrias e do dever escrupulosamente cumprido.” O discurso do astrônomo Camille Flammarion foi marcante, assinalando que Rivail ofereceu explicações racionais para acontecimentos, antes tidos como sobrenaturais. Emprega uma das qualificações mais usadas em referência ao homem que codificou o Espiritismo, que ele foi o bom senso encarnado. Eis um trecho: “Ele era o que eu denominarei simplesmente o bom senso encarnado. Razão reta e judiciosa, aplicava sem cessar à sua obra permanente as indicações íntimas do senso comum. Não era essa uma qualidade somenos, na ordem das coisas com que nos ocupamos. Era, ao contrário, pode-se afirmá-lo, a primeira de todas e a mais preciosa, sem a qual, a obra não teria podido tornar-se popular, nem lançar pelo mundo suas raízes imensas.” No ano seguinte, atendendo a um projeto do Sr. Sebille, foi construído no histórico Cemitério PèreLachaise um dólmen, constituído de três pedras de granito puro, em posição vertical, sobre as quais se colocou uma quarta pedra, tabular, ligeiramente inclinada, e pesando seis toneladas. Nessa pedra, foi insculpida a frase definida pelos seus amigos: "Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar esta é a lei".No interior deste dólmen, sobre uma coluna também de pedra, fixou-se um busto em bronze, de Kardec. Esse monumento foi inaugurado em 31 de Março de 1870, quando houve o translado dos restos mortais de Kardec, e nessa ocasião o Sr. Levent, vice-presidente da “Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas”, discursou a pedido da viúva, Amélie Boudet, em nome dela e dos amigos. Algumas nuances do perfil de Allan Kardec passam despercebidas. Aspectos do educador e pesquisador de fatos precisam ser valorizadas e interconectadas. Kardec não foi um entrevistador de espíritos, um mero intermediário para o registro de informações espirituais ou elaborador de obras com base em teorias. Com preparo intelectual, senso de observação, análise e avaliação, dialogava com seus pares e tinha opiniões próprias. Sempre buscou o contato com realidades e entendemos que com suas viagens, com base nas observações e significativos contatos doutrinários, Kardec deu início ao movimento espírita. As recentes divulgações de manuscritos oriundos de pelo menos três arquivos históricos provenientes da França, estão enriquecendo com detalhes sobre o trabalho, as lutas e o pensamento de Kardec. Essas nuances do perfil intelectual consolidado em obras e ações, inserido no contexto de sua época, de atento observador, caracterizando-se como o “bom senso encarnado”, conforme designação de Camille Flammarion, são sugestivas para os espíritas da atualidade. Igualmente a inspirada frase registrada em sua lápide: "... progredir sem cessar esta é a lei", deve orientar os nossos esforços para um roteiro de vida assentado nos princípios exarados nas obras básicas do Codificador. DE: https://grupochicoxavier.com.br/kardec-e-o-progredir-sem-cessar/
Cemitério Père Lachaise- Frase no Dolmen de Kardec
(Recebido em emails de Antonio Cesar Perri de Carvalho [acperri@gmail.com] e do GEECX) |
Relembrando Kardec (03-10-1804/ 31-03-1869) |
Allan Kardec https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Hippolyte_L%C3%A9on_Denizard_Rivail2.jpg
Ismael Gobbo.
O calendário espírita assinala, para o próximo 31 de março, exatos 156 anos da desencarnação de Hyppolyte Léon Denizard Rivail, nosso querido Allan Kardec, insigne codificador da doutrina espírita. Sua passagem desta para a outra vida se deu na manhã de 31 de março de 1869, entre onze e doze horas, na rua Sainte-Anne, 59, passagem Sainte-Anne, no momento em que atendia a um caixeiro de livraria. Vitimado pela ruptura de um aneurisma, teve morte instantânea. Nas últimas horas de sua existência, ultimava preparativos de mudança para a Villa Ségur, 39, onde, a partir de 1º de Abril de 1869, fixaria sua residência e o escritório de redação da "Revue Spirite". O féretro de Kardec, com mais de mil pessoas, saiu em direção ao Cemitério Montmartre, no dia 2 de abril, ao meio dia. Seu corpo foi inumado em uma cova simples. Discursaram: o vice-presidente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Sr. Levent, o célebre astrônomo Camille Flamarion, que fez um relato da veneranda existência do codificador, Alexandre Delanne e E. Muller. A morte de Kardec foi noticiada pelos jornais de Paris, de diversas outras cidades francesas e pela imprensa do exterior. CEMITÉRIO PÈRE LACHAISE Os amigos e a viúva de Kardec, Srª Amélie Gabrielle Boudet, pouco tempo depois, resolveram prestar-lhe homenagem encomendando projeto de um túmulo em forma de dólmen, onde seria colocado seu busto. Esse tipo de construção, muito difundido em territórios da Europa e do Oriente, era comum nas Gálias, onde, segundo informes dos espíritos superiores, o codificador do espiritismo estivera encarnado séculos antes, ostentando o nome Allan Kardec, pseudônimo adotado para assinar as obras que codificou. Para tanto, foi escolhido o Cemitério Père Lachaise, uma enorme área verde de Paris com 44 hectares, cinco mil árvores e 50 essências diferentes, anteriormente um parque de jesuítas em estilo francês, que foi transformado em um cemitério-jardim e hoje se inscreve entre as indicadas atrações turísticas da cidade. O desenho foi do Sr. Sebille e o peso das pedras totaliza mais de trinta toneladas. O busto foi executado em bronze pelo escultor francês Charles-Romain Capellaro. Em 29 de março de 1870, os despojos de Kardec foram exumados e transferidos para o Père-Lachaise. A inauguração do belo dólmen se deu às duas horas da tarde do dia 31. Na comovente solenidade, falaram os eminentes vultos do espiritismo da França: Levent, Desliens, Leymarie e Guilbert. A pedra que encima o túmulo, pesando seis toneladas, traz uma legenda que bem sintetiza os postulados da doutrina espirita: "Nascer, viver, morrer, renascer de novo e progredir continuamente, tal é a Lei". O TÚMULO MAIS VISITADO Como dissemos, o cemitério Père-Lachaise é referência turística, ao lado de outros grandes cemitérios de Paris, como Montparnasse e Montmartre. Todavia, nenhum deles tem a fama do Père Lachaise, onde estão sepultadas personalidades famosas, expoentes das ciências, filosofia, religião, política, pintura, escultura, cinema, teatro, literatura, que desencarnaram em Paris, especialmente no século passado, aquele em que Kardec viveu. Os que visitam Paris, a capital mundial do turismo, têm no famoso cemitério um grande desafio: o de tentar localizar o maior número possível de notáveis que constam no mapa do cemitério, entre elas as de Allan Kardec, Alfred de Musset, Auguste Comte, Camille Pissarro, Edith Piaf, Claude Bernard, Maria Callas, Oscar Wilde, Théodore Géricault, Frédéric Chopin, Vivant Denon, Gay Lussac, Samuel Hahnemann, Honoré de Balzac, Jean-François Champollion, Jim Morrison, Louis Viscont, Vincenzo Bellini, Luigi Cherubini, Gustave Doré, Molière, La Fontaine, Marcel Proust, Sarah Bernhardt, Simone Signoret, Georges Bizet, Amedeo Modigliani, e dezenas e dezenas de outros vultos de destaque. E um dos túmulos mais visitados é o de Kardec. Ali, quando se permanece por algum tempo, é possível contatar com pessoas de diversos países, muitos dos quais fazendo suas preces com a mão postada sobre o lado esquerdo do busto do codificador, que apresenta, devido a isso, uma superfície mais polida e brilhante. Tanto o dólmen de Kardec, como as sepulturas de outros dois grandes vultos do espiritismo francês - Gabriel Delanne e Pierre-Gaetan Leymarie -, no Père Lachaise, estão permanentemente cobertas de flores frescas. Com relação ao de Kardec assim se expressa Jacques Barozzi, autor do "Guide des Cimetières Parisiens": "Fondateur de la doctrine du spiritisme et auteur du Livre des esprits. Sa tombe est la plus visitée et la plus fleurie du Père-Lachaise".("Fundador da doutrina do espiritismo e autor do Livro dos Espíritos. Seu túmulo é o mais visitado e o mais florido do Père-Lachaise". PEQUENA SÍNTESE BIOGRÁFICA Hippolyte-Léon Denizard Rivail (Allan Kardec) nasceu em Lyon, França, em 3 de outubro de 1804, filho de Jean-Baptiste Antoine Rivail e Jeanne Louise Duhamel. Em 1815, sua mãe o conduz ao Instituto Pestalozzi, em Yverdon, para os primeiros estudos. A escola de Pestalozzi era uma das mais famosas da época, recebendo alunos de diversos países. Ali, os meninos estudavam disciplinas de ciências exatas e humanas, segundo o método Pestalozziano, que incluía a auto-avaliação, sem atribuição de notas, recompensas ou lista de classificação, e os alunos que mais se destacavam eram aproveitados para lecionar, o que aconteceu com Denizard Rivail. Em 1822, o jovem Rivail deixa Yverdon e se estabelece em Paris, onde se dedica ao magistério e escreve diversas obras de cunho educacional. Seu primeiro livro - "COURS Pratique et Théorique D'ARITHMÉTIQUE" -, segundo o método de Pestalozzi, foi lançado em 1824, quando tinha apenas 18 anos. Foi premiado em 1831 pela Academia Real de Arras, da qual era membro, pelo seu trabalho sobre a questão: "Qual o sistema de estudos mais de harmonia com as necessidades da época?" Em 6 de fevereiro de 1832, casa-se com Amélie-Gabrielle Boudet, normalista e professora de Letras e Belas-Artes. Ministrou, no período de 1835 a 1840, em sua própria casa, diversos cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada e Astronomia. Escreveu, dentre outras obras importantes: "Plano proposto para melhoramento da Instrução pública" (1828), "Gramática francesa clássica"(1831), "Soluções racionais das questões e problemas de Aritmética e de Geometria"(1846), "Programa dos cursos usuais de Química, Física, Astronomia, Fisiologia", que lecionava no Liceu Polimático, "Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas" (1849). O ESPIRITISMO No final de 1854, quando já tinha cinqüenta anos, o amigo Fortier lhe fala pela primeira vez dos fenômenos espiríticos que pululavam por Paris, sobretudo os fenômenos das mesas girantes. Responde ao amigo "Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. Até lá, permita que eu não veja no caso mais do que um conto da carochinha". Todavia, a partir daí começa a se interessar pelo assunto. Entre 1855 e 1856, participou de muitas reuniões, analisou vários cadernos de mensagens que os amigos lhe apresentaram e, em 18 de abril de 1857, lança a obra básica da codificação "O Livro dos Espíritos", assinando-a, como já assinalamos, com o pseudônimo Allan Kardec. O Livro dos Espíritos, que é dividido em quatro livros: AS CAUSAS PRIMEIRAS; MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS; LEIS MORAIS E ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES, devidamente ampliados, fizeram surgir as outras quatro obras do pentateuco kardequiano: A GÊNESE( janeiro de 1868); O LIVRO DOS MÉDIUNS (janeiro de 1861); O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO (1864) e O CÉU E O INFERNO (agosto de 1865). Além disso, lançou o livro "O QUE É O ESPIRITISMO", em 1859; a REVISTA ESPÍRITA, em 1º de janeiro de 1858 e fundou em Paris, em 1º de abril de 1858, a SOCIEDADE PARISIENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS. KARDEC, UM ESPÍRITO DE ESCOL As reverências que devemos a Kardec não estão moldadas pelo fanatismo; ao contrário, o respeito que lhe devotamos estriba-se no sincero apreço, consideração e estima que granjeou ao longo de sua existência imaculada, onde, segundo os historiadores e escritores sérios, jamais se vislumbrou um único arranhão, desde o nascimento, na famosa Lyon, até seu descenso, na celebrada Paris. Foi um gênio preparado desde a mais tenra idade em todos os ramos do conhecimento, absorvendo brilhantemente os postulados da pedagogia de Pestalozzi, base para o desempenho eficiente dos trabalhos da codificação do Espiritismo, uma empreitada árdua que lhe exigiu trabalho diuturno, paciência, abnegação, coragem e perseverança continua. O Espiritismo não está personificado em nenhum homem. É obra dos Espíritos Superiores, cuja falange, dirigida pelo Espírito de Verdade, encontrou em Allan Kardec o seu mais abnegado missionário, o esteio na Terra para implementação da nova ordem prometida por Jesus. Embora tenha contado com o concurso dos médiuns para recepção das mensagens, Kardec foi aquele que ordenou, de forma a tornar facilitado o estudo das verdades espirituais difundidas pelo Espiritismo, transformando em Código as dezenas de brochuras que recebeu dos amigos que o convidaram a participar das sessões espíritas em Paris. Isto significa dizer que Kardec não se prestou a mero papel de "office boy" dos espíritos, levando ao livreiro uma obra pronta para publicação. Kardec usou seu talento para colocar em ordem as mensagens recebidas; elaborou as perguntas cujas respostas encontrava naquelas orientações superiores; refazia-as pacientemente até que se ajustassem ao comando superior; enfim, não seria para qualquer um a missão de codificar uma doutrina como o Espiritismo, lançando o "Livro dos Espíritos", sua obra basiliar, em apenas dois anos (1855-1857), dominando todo seu conteúdo por antecipação, justamente para poder, pelo método da codificação, tornar a obra dos espíritos fácil e inteligível a todos que buscam seus venerandos ensinos. O bom-senso é uma das características mais apreciadas em Allan Kardec. Sempre ponderado, disse tudo aquilo que era necessário e nada daquilo que não devia dizer, embora o soubesse, deferindo ao tempo o surgimento das informações adicionais que o amadurecimento estava a recomendar. Foi humilde, usou o pseudônimo Allan Kardec para não ensejar dúvidas de que o Espiritismo é realmente obra dos Espíritos e não uma concepção humana de Hyppolyte Léon Denizard Rivail, o professor e homem de ciência respeitado, honrado e competente, pinçado pelos amigos de Paris como o estudioso melhor preparado ao estudo dos fundamentos desta doutrina que abalou o mundo, derrotando o materialismo e provando, de forma irretorquível e insofismável: a imortalidade da alma; a reencarnação; a comunicabilidade dos Espíritos; a sublimidade da lei de causa e efeito; a inexorável obrigatoriedade do palmilhar pelas sendas do progresso, sempre em marcha ascensional e a necessidade da prática reiterada da lei de amor e caridade, valioso passaporte à conquista da felicidade que nunca se acaba. Kardec, obrigado pelo seu exemplo. Que possamos, no dia a dia, lutar para seguir suas pegadas luminosas. Que Jesus, o Mestre de todos nós, o recompense por tudo. Ajuda-nos, Kardec, a honrar a divisa de Cristãos-Espíritas que portamos no peito, inspira-nos na boa obra, única forma que temos para homenagear convenientemente a ti e a Jesus. Obras consultadas: OBRAS PÓSTUMAS (Allan Kardec); ALLAN KARDEC (Zeus Wantuil e Francisco Thiesen); "LES JARDINS DE PARIS" (Prefeitura de Paris); "GUIDE DES CIMETIÈRES PARISIENS" (Jacques Barozzi).
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Vista de Lião, França, desde a Colina de Fourvière. O Rio Saône e a Igreja de Saint-Nizier. Foto Ismael Gobbo.
Em Lião, França, nasceu o codificador do Espiritismo Allan Kardec aos 3 de outubro de 1804. |
Visita de Pio VII a Lião em 1805. Gravura por Jean-Jacques de Boissieu. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Pie_VII_Lyon_1805_Sa%C3%B4ne.jpg
O pontífice Pio VII, cedendo ao anseio dos lioneses por deixá-lo conhecer às margens do Saône durante sua passagem por Lião em 27 de Abril de 1805. https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Pie_VII_Lyon_1805_Sa%C3%B4ne.jpg
Papa Pio VII O.S.B. (Cesena, 14 de agosto de 1742 — Vaticano, 20 de agosto de 1823), nascido como Barnaba Niccolò Maria Luigi Chiaramonti, foi Papa de 14 de março de 1800 até à data da sua morte. Era Monge Beneditino, tendo tomado o nome de Dom Gregório Chiaramonti O.S.B. Leia mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Pio_VII
Em Lião, França, nasceu o codificador do Espiritismo Allan Kardec aos 3 de outubro de 1804. |
Rua Sala, em Lyon, França, onde esteve edificada a casa onde nasceu Allan Kardec. Em primeiro plano a placa em homenagem ao codificador do Espiritismo oferecida pelos espiritas franceses. Foto Ismael Gobbo |
Pestalozzi com os órfãos em Stans Imagem: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e2/Pestalozzi.jpg
Aos 11 anos de idade Hippolyte Léon Denizard Rivail ingressou para estudo no famoso colégio de Pestalozzi em Yverdon, Suiça. |
O Livro dos Espíritos. A primeira edição foi lançada no dia 18 de abril de 1857. É a obra básica do Espiritismo, codificado por Allan Kardec Imagem/fonte: https://kardec.blog.br/18-de-abril-de-1857/ |
Galeria de Órleans, onde se situava a Livraria Dentu local de lançamento de O Livro dos Espíritos, em 18/4/1857. Paris, França. |
Cemitério Montmartre. Paris, França. Nele Allan Kardec foi sepultado em cova simples aos 2 de Abril de 1869. Posteriormente seus despojos foram transferidos para o Cemitério Pére Lachaise. Imagem/fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Monmartre_Cemetery.JPG
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Entrada do Cemitério Montmartre em 1860. Imagem/fonte: http://www.pariscemeteries.com/news-1/2017/12/3/postcard-from-paris
Allan Kardec desencarnou no dia 31-03-1869 e foi sepultado no dia 2 de abril de 1869 no Cemitério Montmartre. Discursaram: o vice-presidente da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, Sr. Levent, o célebre astrônomo Camille Flamarion, que fez um relato da veneranda existência do codificador, Alexandre Delanne e E. Muller.
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Busto de Allan Kardec no túmulo onde está sepultado. Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto: Ismael Gobbo.
Em 29 de março de 1870, os despojos de Kardec foram exumados e transferidos do Cemitério Montmartre para o Cemitério Père-Lachaise. A inauguração do belo dólmen do Père Lachaise se deu às duas horas da tarde do dia 31. Na comovente solenidade, falaram os eminentes vultos do espiritismo da França: Levent, Desliens, Leymarie e Guilbert.
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Sobre o túmulo de Allan Kardec assim se expressa Jacques Barozzi autor do “Guide des Cimetières Parisiens” - “Guia dos Cemitérios Parisienses”
“Fundador da Doutrina Espírita e autor do Livro dos Espíritos. Sua sepultura é a mais visitada e a mais florida do Père Lachaise”.
"Fondateur de la doctrine du spiritisme et auteur du Livre des esprits. Sa tombe est la plus visitée et la plus fleurie du Père-Lachaise".
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Turista orando com a mão sobre o busto em bronze de Allan Kardec. Cemitério Père Lachaise. Paris, França. Foto Ismael Gobbo |
[783-JornalMundoMaior] RUSGA DOMÉSTICAS. |
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*RUSGAS DOMÉSTICAS* De pequena rusga doméstica pode nascer extenso momento de rixas e aversões.
Aprender a ouvir sem contradizer, para aclarar qualquer ponto obscuro em momento adequado, é sinal evidente de compreensão e sabedoria.
Auxilia à criança, não apenas a sorrir, mas também a se educar.
Respeitar os parentes do coração, que se nos ligam nas experiências terrestres, é valioso preservativo contra desajustes positivamente desnecessários.
Evita criticar essa ou aquela observação menos agradável no ambiente caseiro, cooperando em silêncio para que os senões desapareçam.
Nada censures, colaborando para que os problemas sejam resolvidos sem alterações e reproches.
Silenciar sobre questões nevrálgicas em família impede a explosão de conversas ofensivas ou inúteis.
Não revivas os mal-entendidos de ontem ou de qualquer fase do passado, para que faltas e erros no lar sejam realmente esquecidos.
Aprendamos a não gritar e sim conversemos. Não te esqueças: a união começa de casa, mas a calma geral começa em ti mesmo.
No livro:- *CALMA.* Emmanuel/Chico Xavier. Magali Inês Brum.- Colaboradora.
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Os projetos que Allan Kardec não chegou a realizar (leia agora!) |
Olá! Bom dia! Tudo bem com você? Espero que esteja!
Agora, o surgimento de uma grande quantidade de documentos, advindos de seus arquivos pessoais e da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, tem ajudado a revelar os bastidores da construção do conhecimento espírita. Leia agora: www.bit.ly/ProjetosAllanKardec
“Dois manuscritos, com a caligrafia de Kardec e que integram o acervo do Museu AKOL, dizem respeito a ‘projetos’ a serem desenvolvidos pelo codificador. Sem data, o primeiro documento lista os trabalhos que Kardec pretendia executar”, destaca Adair. Leia o “Você Sabia?” e conheça quais assuntos estavam na mira de Kardec, antes de sua desencarnação. São fontes primárias reveladoras que mostram, inclusive, o diálogo entre ele e o mundo espiritual para a constituição do espiritismo. Veja como o Espírito da Verdade orienta sobre as obras que Kardec ainda deveria escrever e publicar, conselhos que foram fielmente por ele seguidos: www.bit.ly/ProjetosAllanKardec Infelizmente, a lista não pode ser concluída. Kardec desencarnou em 31 de março de 1868. Um abraço,
Editora Correio Fraterno
(Recebido em email de Editora Correio Fraterno [editora@correiofraterno.com.br]) |
SEMANA DE KARDEC 2025 REUNIRÁ GRANDES NOMES DO ESPIRITISMO. JUIZ DE FORA, MG |
A Comunidade Espírita “A Casa do Caminho”, de Juiz de Fora (MG), tem a honra de convidar você para participar da Semana de Kardec 2025, um dos maiores eventos de divulgação e de estudo da Doutrina Espírita no Brasil, que acontecerá entre os dias 07 a 12 de abril no salão da nossa Casa, na Rua Almirante Barroso, 139, Bairro Paineiras. Para celebrarmos nossa 30ª edição, uma marca histórica, organizamos uma programação especialíssima que contará com a participação de grandes nomes do Espiritismo, como o conferencista Alexander Moreira (MG), médico psiquiatra e docente da UFJF premiado internacionalmente, e a médica piauiense Kátia Marabuco (PI), presidente da Associação de Médicos Espíritas do Piauí. Também contaremos com a presença de Arthur Valadares (SP), um dos fundadores e coordenadores do Núcleo de Estudos Espíritas Paulo de Tarso. Além deles, teremos a participação do Diretor da Divisão de Pesquisa do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese, Álvaro Avezum (SP) e do renomado palestrante Raul Teixeira (RJ), autor de mais de 40 livros espíritas. Outro nome de destaque é o do professor César Reis (RJ), ex-presidente e associado benemérito do Lar Fabiano de Cristo. O historiador, escritor e artista plástico mineiro, Iriê Salomão de Campos, também é presença confirmada. Biógrafo de Isabel Salomão de Campos, ele é autor do livro “Elo de Amor” e “Casos de Minha Casa”. A pedagoga e escritora Heloísa Pires (SP) e o engenheiro consultor industrial Ney Prieto Peres (SP), um dos grandes estudiosos do país sobre a vida após a morte, serão os responsáveis por homenagear D. Isabel Salomão de Campos, médium fundadora da “A Casa do Caminho” que desencarnou, em novembro do ano passado, aos cem anos de idade. Noite de Arte Nesta 30ª edição da Semana de Kardec teremos ainda uma emocionante Noite de Arte dedicada a homenagear o compositor João Cabete, autor de mais de 200 composições espíritas, interpretadas até hoje por vários grupos e corais espalhados pelo país. Transmissão online Como nas edições anteriores, a Semana de Kardec 2025 terá transmissão online pelo canal da “A Casa do Caminho” no YouTube. Confira toda a programação do evento, em anexo, e participe. Esperamos por você!
Fraternalmente, Juiz de Fora – Minas Gerais https://acasadocaminho.org.br/
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Núcleo Espírita Chico Xavier - 15 anos de fundação Niterói, RJ |
Abril de 2025, mês comemorativo ao 15º ano de fundação do Núcleo Espírita Chico Xavier, em Niterói. Realizaremos um ciclo de palestras em torno da obra mediúnica do saudoso Chico Xavier. Cada convidado abordará uma obra, oferecendo uma reflexão oportuna e profunda.
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Saúde e espiritualidade discutido em congresso médico na capital paulista |
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Congresso médico chega a sua 17ª ediçãoe reúne profissionais para estudo da saúde e espiritualidade
Evento, na capital paulista, realizado pela Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil) com apoio da AME-SP, espera receber 1,8 mil participantes e terá por tema Servir para Curar-se, um convite a olharmos para nossa existência e valorizar a nossa vida
São Paulo, 14 de janeiro de 2025 – De 19 a 21 de junho, no feriado do Corpus Christi, acontece, na capital paulista, o Mednesp 2025, congresso bianual da Associação Médico-Espírita do Brasil (AME Brasil),instituição que congrega mais de 70 AMEsem todo Brasil. Essa edição, comemorativa aos 30 anos da entidade, que reúne médicos e profissionais de saúde de todo País em diversas especialidades, terá por tema Servir para Curar-se, segundo o médico psiquiatra da infância e Adolescência Marcus Ribeiro, presidente da AME-SP, apoiadora do evento, um “chamado para sair de casa em direção à dor, à fome, à discriminação, à violência, ao preconceito, à miséria e a tudo o que impede que o nosso mundo tenha saúde”. Esta é a 17ª edição do evento, que existe desde 1991 e já contou com 13 edições sob o comando da AME-Brasil (desde 1997). De caráter internacional, já recebeu nomes importantes do cenário de saúde e espiritualidade mundial, como Harold G. Koenig, Pim van Lommel, AmitGoswami, Peter Fenwick, Mario Beauregard e Melvin Morse, além de ter ocupado espaços de eventos de grande prestígio como o Auditório do Anhembi (SP), o Hotel Maksoud Plaza (SP), o Rio Centro (RJ), entre tantos outros. Em 2009, o evento começou a girar pelo Brasil e passou por diversas capitais brasileiras, como Porto Alegre, Belo Horizonte, Maceió, Goiânia, Rio de Janeiro, Teresina e Vitória. De volta à São Paulo em 2025, o evento já tem mais de mil inscritos e a expectativa é de que chegue a 1,8 mil participantes de forma presencial, no Villa Blue Three, espaço de eventos na Zona Sul da capital paulista. Até a sua realização, outros sete eventos de aquecimento vêm sendo realizados, comprometidos em explorar ao máximo os três pilares do trabalho das AMEs: pesquisa, educação e solidariedade.
Resumo da programação Painéis alinhados ao bloco “Servir para Curar-se” · A Dimensão Espiritual da Medicina – Casos clínicos vivenciados na prática · AME-Brasil 30 anos – construindo pontes entre Medicina e espiritualidade · Curas improváveis e remissões espontâneas – desafios aos limites biológicos · Diversidade e inclusão em Instituições espíritas – O amor como princípio · Fisiologia Espiritual – conectando os corpos físico e sutis · Fraternidade universal: Conectando corações · Nossa relação com os outros animais – consumo, experimentação e estimação · Raízes das Doenças – do desconforto espiritual à manifestação física · Saúde Espiritual: Caminhos para a harmonia da alma · Seminário Lítero-Musical “Servir para Curar-Se” Mesas-redondas dos blocos clínico e de pesquisa · Aborto – Acolhimento responsável na Casa Espírita · Atravessando o luto – espiritualidade e práticas de apoio da Infância ao Adulto · Consciência e imortalidade – Evidências científicas sobre o pós-morte · Cuidado integral na terminalidade da vida na casa espírita · Espiritismo e Física Quântica – explorando conexões · Espiritualidade como suporte Integral na Internação – evidências e desafios · Espiritualidade no Ensino Superior – experiências transformadoras · Família e Saúde Integral: questões espirituais do desenvolvimento · Florescimento: o impacto do Perdão, Gratidão, Altruísmo na saúde · Homeopatia – uma abordagem humanista ao adoecimento · Hospitais e Ambulatórios espíritas – modelos de sucesso e aprendizados para o futuro · O Mundo Editorial AME-Brasil – Couvert literário I · O Mundo Editorial AME-Brasil – Couvert literário II · O que todo centro espírita deveria saber · Relação mente-cérebro: livre-arbítrio e consciência · Saúde mental sob a ótica espírita – distinções e propostas · Suicídio – Acolhimento e boas práticas na Casa Espírita · Terapias complementares espíritas – evidências científicas e impactos na prática
Quem são os médicos-espíritas?Os médicos-espíritas são profissionais da Saúde que exercem a Medicina convencional com rigor técnico e científico, mas ampliam o cuidado ao paciente por meio de uma abordagem integral e humanizada. Eles consideram o ser humano em sua totalidade – corpo, mente e espírito – e buscam oferecer um atendimento baseado no acolhimento, na escuta atenta e na complementariedade de visões. Reconhecem a influência de fatores emocionais, mentais e espirituais na saúde, sempre respeitando a vontade e a individualidade de cada paciente, sem impor crenças, mas promovendo um ambiente de cuidado que valoriza a singularidade de cada ser.
Sobre a Associação Médico-Espírita(AME) A Associação Médico-Espírita (AME) é uma organização científica, educativa e beneficente, sem fins lucrativos, que busca promover o cuidado integral à saúde, concebida como o equilíbrio entre aspectos físicos, psicológicos e espirituais do ser humano. Suas práticas seguem rigorosamente a ciência, fundamentadas nos princípios da Medicina Baseada em Evidências, e adotam uma postura complementar e integrativa, nunca substituindo ou desconsiderando as melhores práticas médicas reconhecidas. Inspirada pelos princípios da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, a AME integra essa visão espiritual às ciências da saúde, sempre respeitando o rigor ético e técnico. Seu trabalho se dedica ao estudo, ensino e pesquisa científica, promovendo um paradigma que amplia o olhar sobre o ser humano, sem excluir ou substituir os avanços da ciência médica tradicional. Dessa forma, a AME contribui para uma abordagem de cuidado que harmoniza o saber científico com uma visão integral e humanizada do indivíduo.
Sobre a AME-Brasil – A Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil) foi fundada na cidade de São Paulo, em 17 de junho de 1995, durante a realização do Mednesp95 / 3º Congresso Nacional de Médicos Espíritas, realizado pela Associação Médico-Espírita de São Paulo, instituição pioneira que existia desde 30 de março de 1968. A AME-Brasil tem como tarefa difundir e preservar o Movimento Médico-Espírita junto a outras classes profissionais liberais e ao público em geral e promover eventos culturais e científicos que levem ao desenvolvimento de seu trabalho.
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Sobre a AME-SP – A Associação Médico-Espírita de São Paulo (AME-SP) é uma organização dedicada ao estudo, ensino e prestação de cuidados no campo da saúde, entendendo saúde como estado de plenitude e harmonia orgânica, psicológica e espiritual. É uma entidade com fins científicos, educativos e beneficente e sem fins lucrativos.Segue a Medicina Baseada em Evidências e a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, tendo em vista as suas relações, integração e aplicação nos campos da Filosofia, da Religião e das Ciências, em particular da Medicina, procurando fundamentá-las por meio de estudos, realização de estudos científicos e ensino do novo paradigma médico-espírita. Amesaopaulo.org.br Youtube: AMESP Instagram: ame_sao_paulo FB: Associação Médico Espírita de São Paulo
Serviço Mednesp 2025 Quando: 19 a 21 de junho Onde: Villa Blue Three Espaço de Eventos Endereço: rua Castro Verde, 266, Jardim Caravelas, São Paulo – SP, 04729-060, Brasil mednesp2025.com.br Instagran: @congressomednesp FB:Mednesp 2025
Mais informações: Connectare Comunicação Cláudia Santos – claudia@connectarecomunicacao.com.br – (11) 97663-4001 Eleni Gritzapis – eleni@connectarecomunicacao.com.br – (11) 99182-7993
(Recebido em email de Cláudia Santos [claudia@connectarecomunicacao.com.br]) |
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Desencarnação de Allan Kardec/ 31 de março de 1869 |
Hippolyte Léon Denizard Rivail (3 de outubro de 1804, Lyon-FR, 31 de março de 1869, Paris-FR) foi um educador e pesquisador francês. Com o pseudônimo de Allan Kardec, foi o codificador do Espiritismo. Educado na Escola de Pestalozzi, em Yverdun (Suíça), tornou-se um dos mais eminentes discípulos do método de ensino. Mais tarde tornou-se membro da sociedade europeia erudita da época. De 1835 a 1840, fundou, em sua casa, à rua de Sèvres, cursos gratuitos de Química, Física, Anatomia comparada, Astronomia, entre outros, em um tempo em que poucos tinham a oportunidade de receber este nível de educação. Foi em 1855 que Allan Kardec passou a vivenciar experiências com os espíritos e adotou seu pseudônimo que teve origem em encarnações anteriores. Realizou a tarefa missionária de codificar, isto é, apresentar em livros, metódica, didática e logicamente organizados, comentados e explicados, os postulados da Doutrina Espírita. Fundou em Paris, a 1º de abril de 1858, a primeira Sociedade espírita regularmente constituída, sob a denominação de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, cujo fim exclusivo era o estudo e contribuição para o progresso da nova ciência. Suas obras principais sobre esta matéria são: O livro dos espíritos (1857), referente à parte filosófica; O livro dos médiuns (1861), relativo à parte experimental e científica; O evangelho segundo o Espiritismo (1864), sobre a parte moral; O céu e o inferno (1865), a justiça de Deus segundo o Espiritismo; A gênese, os Milagres e as Predições (1868); A Revista Espírita, jornal de estudos psicológicos, periódico mensal começado a 1º de janeiro de 1858, entre outros. Leia mais sobre sua história: Biografia de Allan Kardec. Confira na Central de Download as obras de Kardec. GaleriaClique para ampliar. Assista ao programa Minha nada mole encarnação na FEBtv e conheça 10 fatos sobre Allan Kardec:
(Copiado de https://www.febnet.org.br/portal/2025/03/31/desencarnacao-de-allan-kardec-31-de-marco-de-1869/)
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